Avaliação do efeito deterrente de extratos vegetais sobre Papilio thoas brasiliensis (Lepidoptera: Papilionidae) Rothschild & Jordan, 1906

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Débora Mária Cupertino De Sousa
Rosilda Mara-Mussury

Resumen

Sr. Editor.
A crescente preocupação mundial tem motivado pesquisadores a buscarem
alternativas consideradas saudáveis e que controlem insetos-praga e doenças. Dentre
estas alternativas, destaca-se a utilização de aleloquímicos extraídos de plantas
(Jacobson 1989), pois são produtos naturais que reduzem os efeitos negativos
ocasionados pela aplicação descontrolada de inseticidas organossintéticos (Medeiros
et al 2005), reduzindo o desenvolvimento de populações resistentes do inseto, e o
aparecimento de novas pragas ou a ressurgência de outras (Souza 2004). O uso de
extratos de plantas medicinais faz com que determinados componentes ativos
presentes nos vegetais, quando utilizados de forma concentrada, atuem no controle de
insetos, inibindo sua alimentação ou prejudicando-os após a ingestão (Costa et al
2004). Muitas apresentam sobre os insetos efeito tóxico, inibição de crescimento,
redução de fecundidade, fertilidade e repelência dado os compostos metabólicos
secundários que apresentam como alcalóides, terpenos, flavonóides e esteróides com
propriedades medicinais comprovadas (Di Stasi 1996), se justificado, portanto, o uso
delas no controle de pragas. Assim, a presente pesquisa teve por objetivo avaliar o
efeito deterrente de extratos de espécies medicinais de Atropa belladonna L.
(belladona); Azadirachta indica A. Juss. (nim); Mikania glomerata Spreng. (guaco);
Symphytum officinale L. (confrei); Ruta graveolens L. (arruda); sobre Papilio thoas
brasiliensis (Lepidoptera: Papilionidae). Na presente pesquisa o destaque deve ser
dado ao confrei e nim pelo efeito deterrente apresentado. No presente estudo foi
possível determinar que houve deterrência, mas não há como informar se outros
efeitos ocorreram somados a esse.

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Sección
Cartas al Editor